QUAL O PESO DE UM ASTRONAUTA NOUTRO ASTRO DO SISTEMA SOLAR?
 
No dia a dia peso e massa são utilizados como sinónimos. Contudo, tal está errado! Assim, 20 de janeiro, foi o dia dos alunos do 7º ano do AESPC distinguirem peso e massa de um corpo.
O Planetário do Porto - Centro Ciência Viva entrou nas salas de aula destes alunos na pessoa da Monitora Adriana, com uma balança digital e dinamómetros de alguns astros do Sistema Solar. Foram, desta forma, desafiados a viajar até à Lua, Marte, Urano e Neptuno. Que viagem fascinante!
Mediram a massa de um dos elementos do grupo de trabalho, usando a balança digital e mediram o seu peso usando o dinamómetro do astro onde se encontravam. Do mesmo modo, mediram o peso de uma massa de água de 8 kg. Agora é só calcular a razão entre peso e massa e registar na tabela. Marcar os valores experimentais no gráfico e traçar a reta que melhor se aproxima desses valores. Podemos agora utilizar esta reta para determinar o peso do astronauta com 80 kg.
Não faltou empenho, interesse, curiosidade e muita concentração. Afinal, não é todos os dias que temos oportunidade de "andar pela Lua, Marte, Urano e Neptuno a realizar atividades experimentais"! Mas, os "Exploradores da Ciência" do 7º ano não ficaram por aqui. Antes de regressarem a casa (ao belo Planeta Azul), quiseram andar de astro em astro para a medir o peso de cada aluno. Que viagem fantástica! Afinal, peso e massa de um corpo são mesmo conceitos físicos diferentes!
O AESPC, no âmbito do Projeto Mais Sucesso, proporciona assim atividades de apoio à melhoria das aprendizagens, diversificando metodologias de ensino e aprendizagem e promovendo o envolvimento mais ativo dos alunos na construção do conhecimento. Por outro lado, contribui na partilha de boas práticas de metodologias e estratégias de ensino/aprendizagens.
 
Viva a Ciência! Viva o AESPC!
Clube Ciência Viva na Escola e Grupo Disciplinar 510 (Física e Química)
 
 
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No dia 20 de janeiro, os alunos do 7º ano e da Unidade de Apoio Especializado receberam a visita do Astrónomo Filipe Pires (Centro de Astrofísica da Universidade do Porto) com o Planetário portátil digital do Planetário do Porto - Centro Ciência Viva. Foi um dia repleto de alegria e muita curiosidade! Afinal, não é todos os dias que as aulas decorrem dentro de uma cúpula insuflável com 6,5 m de diâmetro por 3,2 m de altura, e um sistema de projeção digital Digistar Delta 2.

Enquanto participavam numa sessão de observação do céu, os alunos tiveram a oportunidade de compreender como o telescópio contribuiu para percebermos o lugar que ocupamos no Espaço e como, com eles, continuamos a expandir o nosso conhecimento acerca do Universo. Conheceram também a história do telescópio, como esses instrumentos funcionam e como os Astrónomos os utilizam para explorar os mistérios do Universo. Foi uma fantástica e fascinante viagem pelo Universo com paragem obrigatória nos diversos astros do Sistema Solar!

O AESPC, no âmbito do Projeto Mais Sucesso, proporciona assim atividades de apoio à melhoria das aprendizagens, diversificando metodologias de ensino e aprendizagem e promovendo o envolvimento mais ativo dos alunos na construção do conhecimento. Por outro lado, contribui na partilha de boas práticas de metodologias e estratégias de ensino/aprendizagens.

Um agradecimento especial aos Colegas do Grupo de Educação Física que cederam, neste dia, o seu espaço de trabalho - o Pavilhão de Educação Física, para a realização desta atividade na escola sede do AESPC. Obrigada!

Viva a Ciência! Viva o AESPC!
Clube Ciência Viva na Escola e Grupo Disciplinar 510 (Física e Química)
 
 
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Esta tarde, o Clube Ciência Viva na Escola coloriu-se de muita curiosidade, interesse e borboletas garridas e esvoaçantes. Foi uma tarde de borboletas, a biodiversidade a voar pelos ares! Mas, afinal, o que as borboletas têm a ver com as alterações climáticas? Os nossos "Jovens Exploradores da Ciência" estavam muito curiosos e atentos!  

As borboletas são um dos insetos mais facilmente reconhecidos pelo olho humano. São também uma das melhores formas de identificar a perda de biodiversidade no mundo dos insetos. Muito sensíveis às alterações climáticas, as borboletas (e os insetos) estão a desaparecer. As alterações climáticas têm muitas faces e a perda de biodiversidade é “só” uma delas. As borboletas estão na linha da frente nesta batalha e servem de reflexo para os restantes insetos. Em Portugal estima-se que cerca de 10% das espécies de borboletas diurnas estejam em risco de extinção. Através de uma breve "viagem por espécies diurnas comuns no nosso país", estes "Exploradores da Ciência" ficaram a saber quantas espécies há em Portugal, o que causa o desaparecimento de borboletas, a sua morfologia e a metamorfose. Afinal, o tempo médio de vida depende da espécie e da geração da borboleta. E as asas das borboletas? Pode não parecer, mas estão cobertas de pequeníssimas escamas coloridas e sobrepostas que lhes garantem a estrutura e firmeza de que precisam para voar. As escamas também ajudam a regular a temperatura corporal, refletindo ou absorvendo a luz solar. Conversamos, ainda, sobre a migração, o que distingue uma borboleta de uma traça, a polinização de flor em flor, a camuflagem e sobre as 60 espécies diurnas comuns em todo o território português.

Mas, não ficamos por aqui! Com engenho e criatividade, aliamos a ciência à arte e criamos uma borboleta de muda de cor! Afinal, a poesia da criatividade também se veste de CIÊNCIA e de ARTE!

Viva a Ciência! Viva o AESPC!
Ana Cachide / Clube Ciência Viva na Escola
 
 
 
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A educação é um direito humano, um bem público e uma responsabilidade pública. A Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou 24 de janeiro como DIA INTERNACIONAL DA EDUCAÇÃO, na celebração do papel da educação para a paz e o desenvolvimento. Sem uma educação de qualidade inclusiva e equitativa e oportunidades ao longo da vida para todos, os países não terão sucesso em alcançar a igualdade de género e quebrar o ciclo de pobreza que deixa milhões de crianças, jovens e adultos para trás. Hoje, 258 milhões de crianças e jovens ainda não vão à escola; 617 milhões de crianças e adolescentes não sabem ler e aplicar matemática básica.
 
O CLUBE CIÊNCIA VIVA NA ESCOLA do Agrupamento de Escolas de São Pedro da Cova (AESPC) associa-se a esta celebração do DIA INTERNACIONAL DA EDUCAÇÃO com Laboratórios Hands-on para a Comunidade Escolar, na tarde do dia 25 de janeiro. Nesta tarde, a eletricidade, o magnetismo e a ótica são as protagonistas das atividades do Laboratório de Físico-Química, onde não faltará curiosidade, criatividade e muita diversão. Afinal, aprender e saber mais, também é divertido!
 
Viva a Educação e a Ciência Para Todos! Viva o AESPC!
Ana Cachide / Clube Ciência Viva na Escola
 
 

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